As lições da Copa do Mundo

Não sei qual é a pior época para se manter na linha:  carnaval, entre as festas de final de ano ou a copa! É aperitivo pra cá, caipirinha, cerveja e mais aperitivos. Haja estômago (e fígado). Porém, não é exatamente disso que venho falar, pois há inúmeros blogs por ai já dando dicas e conselhos em “como se cuidar na copa”. O que eu queria mesmo falar é sobre as lições que a Copa nos trouxe e que, por incrível, serve de lição para nossa vida e também para o nosso emagrecimento. Então, vamos lá:

1. O jogo só acaba quando termina

Acho que essa Copa provou mais uma vez que NUNCA devemos desistir antes do apito final. Isso me lembra uma boa cena: estava no Maracanã, no jogo Bélgica e Rússia. O jogo estava um SACO, poucas tentativas ao gol e times bem mais ou menos. Uns 10 minutos antes do jogo terminar, uma família levanta e vai embora, sendo que nesse momento o “pai” faz um gesto com o braço reclamando do jogo morno. Eis que no último minuto, a Bélgica fez um Gol. Bem, a família perdeu a lance mais importante do jogo e aquilo me fez refletir quantas vezes deixamos de finalizar por inteiro algo por “chatice” ou por “estar de saco cheio”.

Quantas vezes não interrompemos nosso rotina porque estamos de saco cheio de levar uma vida mais saudável?

Além disso, quantas vezes não largamos de mão algo por não acreditarmos mais? Argentina está ai para mostrar o quanto isso é errado. Passaram para as quartas nos últimos minutos.

 

2. Estar preparado é essencial

Quem viu o último jogo da Holanda não entendeu muito bem o porquê da mudança do goleiro no último minuto da prorrogação. Eu juro que fiquei bem triste, pois o goleiro titular holandês estava fazendo uma partida muito boa e eu, em partes, tomei as dores dele (que saiu bem chateado no campo). Porém, como o técnico mesmo falou depois “cada goleiro como cada jogador tem sua especialidade”. No entanto, o mais surpreendente para mim nisso tudo foi o que o goleiro que entrou disse ao final “Trabalhamos por sete semanas para chegar até aqui, e nessas horas você vê que a equipe precisa dos 23 jogadores”.

Leram bem? S.E.T.E semanas analisando e trabalhando em cima disso! É disso que eu falo quando que precisamos nos preparar para certos eventos. Precisamos pensar em como lidar em certas situações para conseguirmos atingir nosso objetivo: emagrecer. É treinar, especialmente, nossa cabeça.  Oportunidades de sair da linha, ligar o famoso “f***-**” e voltar a comer loucamente não vão faltar, porém, é, ao longo de dias, semanas e meses que nos preparamos para lidar melhor com elas.

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3.”O sonho não acabou, apenas foi interrompido”

Neymar falou isso naquele vídeo da CBF (assista aqui) e sinceramente, foi uma das frases mais bonitas nessa Copa. Quando temos que ficar um tempo sem fazer exercício ou quando  simplesmente paramos ‘nossos planos’ por alguma coisa fora ao nosso alcance, achamos logo que “não era para ser”, “não vai ser dessa vez que emagreço” ou “para que fui entrar nessa?”, né?

O importante dessa situação é que simplesmente esse “tempo” que damos no processo de emagrecimento não quer dizer que a nossa vontade de emagrecer sumiu ou acabou.. ele simplesmente foi interrompido e quando tudo voltar ao normal, estaremos de volta aos trilhos. Não é mesmo? Então, nada de desistir por que apareceu alguma dificuldade! Bola pra frente, pois a vida é muito curta para desistirmos do que realmente queremos.

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4. Em toda derrota, aprendemos.

Depois do último jogo contra a Alemanha, ficou claro que aprendemos muito com o nosso erro. No caso do futebol, foram os inúmeros problemas que envolveram nosso time e nos levaram aquela derrota. Porém, duas delas são extremamente relacionadas ao processos de emagrecer: psicológico e tática. A nossa sorte é que somos nós mesmos os responsáveis pelo desempenho e performance, então, tudo fica mais “fácil”.

A cada situação de fracasso, aprendemos. Aprendemos a lidar melhor com as situações, aprendemos a mudar de tática em uma próxima vez, aprendemos a lidar melhor com nós mesmos e por ai vai. O que vale lembrar é que tudo tem seu lado positivo, então, basta apenas mudarmos os nossos olhos para nossa vida e começar a ver a parte bela dela.

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5. Nenhum fracasso é tão grande que não possa ser ultrapassado.

Se depois desse vexame contra a Alemanha, a seleção sobreviveu. Quem somos nós para não conseguir?  Eu acredito muito em um dito popular “Nenhum fardo que é nos dado é maior do que podemos aguentar” (ou algo assim haha). Acho que da mesma forma é com as nossas crises quando estamos acima do peso ou esse sentimento de “incompetência” que sentimos quando comemos demais ou quando não seguimos o que nos programamos.

Já que falamos do vexame, não devemos nos esquecer da cascata de críticas e “conselhos” que vieram à seleção e ao Felipão. E não é que isso acontece diariamente em nossas vidas? Especialmente, quando queremos emagrecer? Dai aparece a dica da “tal dieta”, “não coma tal alimento”, “pizza jamais”, “exercício 7 dias por semana sem folga” e etc.

Muitos têm boa intenção ao falar, mas outros nem tanto. Então, ou seja sábio o suficiente para filtrar o que lhe convém ou simplesmente ignore todos. Siga suas opiniões, descubra o que é bom ou ruim com suas experiências. O melhor de emagrecer é reservar um tempo para você e nesse processo, se conhecer por dentro, enfrentar seus medos e ir atrás das suas vontades. Faça desse período único, pois só assim você fará valer a pena manter no futuro ou pelo menos, não voltar ao que éramos.

E tenha fé em você sempre! Só assim os momentos ruins vão ser tornar pequenos e as tempestades passarão mais rápidas e menos dolorosas.

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E ai, o que você levou da Copa de lição?

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Morando sozinha #1

Quem me segue já algum tempo (principalmente pelo instagram @emagreceinst)  sabe que sempre fui regrada com os pratos que comia em casa. Quando morava com meus pais, eu mesma preparava meus pratos a noite, diariamente. Afinal, além de gostar de cozinhar, era uma forma que eu encontrava de reduzir minha pontuação no jantar. Dessa forma, sempre tive esse hábito de chegar em casa e preparar. No entanto, nos dias das preguiças, eu aproveitava o que já estava pronto lá em casa ou o que tinha na geladeira (ovos hihi).

Eu já postei aqui também que adorava fazer compras (ainda adoro), porém, ainda assim, uma coisa é fazer por necessidade mesmo e outra por mais “luxo” e “gosto”, certo? Então, desde que me mudei para SP, minha vida de dona de casa ficou repartida e todos os pratos/saladas elaborados que fazia não estão tão presentes. Porém, isso não quer dizer que ando comendo besteira.. quer dizer apenas que estou comendo coisas menos trabalhosas e que são mais fáceis de fazer. Por isso, resolvi compartilhar um pouco da minha rotina em relação a comida em si para ver se consigo também ajudar alguns de vocês que estejam passando por essa fase da vida.

Normalmente, reservo 1 dia da minha semana, na verdade, uma noite (cerca de 1 a 2 horas) para poder cozinhar tudo que quero e congelar. Como moro sozinha, não posso me dar ao luxo de comprar muitas coisas e não comer (embora isso já tenha acontecido, comprei rúcula e mesmo comendo 2 dias seguidos, joguei uma parte fora). Como eu tenho feito, então?

Apesar de não ser super fã de frio, ele tem seu charme e facilita muito meu apetite por sopa. Dessa forma, faço o seguinte: no almoço, aproveito para comer mais saladas e legumes cozidos e a noite, como uma sopa ou até mesmo, um filé de frango/almôndega com algum completo e depende do meu apetite: milho, macarrão integral, salada (quando tem!). Dessa forma, são coisas que posso congelar e assim, descongolo no dia anterior. Caso esqueça, sempre tenho ovos e dai é só preparar um omelete esperto e voilá, meu jantar 😀

O ponto importante é nunca deixar o nível do seu congelador baixo, pois no fim, você vai recorrer a um prato rápido e fora de casa, o que normalmente não será a melhor opção!

CongeladosNessas minhas horas destinadas a cozinhar, aproveito para preparar uma sopa que rende uns 4 potinhos (ou seja, 4 jantas) e já separo os filés individualmente, dai no dia anterior, só separo um para o dia seguinte. Arroz ou macarrão, caso eu queira, não são dos mais complicados para fazer na hora. Então ainda não vi necessidade de congelar o arroz já temperado.

Aproveito e também congelo qualquer tipo de molho que vá utilizar, por ex, molho de tomate. Compro o pronto, mas refolgo com meus temperos e dai congelo parte dele para usar no dia que quiser! Outra coisa legal é ter uma estoque de coisas legais quando a preguiça bater: frios (presunto ou peito de peru), queijo, pão ou wrap, requeijão, ketchup, mostarda, géleia de pimenta (adoro) e como já falei, ovos!

Ainda tenho que aprender sobre esse novo mundo de viver sozinha, mas por enquanto estou me virando assim. Entre altos e baixos, consigo viver e comer bem :D! Aceito dicas e sugestões de quem vive nessa situação há mais tempo ou de quem não vive, mas pode me ajudar! haha

E vocês como fazem no seu dia a dia para se manter na linha?

Beijos,

 

 

 

 

 

#Powerthings: Músicas 2

Há muito tempo que não compartilho com vocês músicas, né? Como estou em uma fase mais “calma” e introspectiva, as músicas não são das mais animadas, mas dá para dançar sempre e se divertir!

E ai, gostaram? compartilhem suas músicas 🙂

beijos,

 

Por onde estou?

Para quem me segue no instagram já sabe o que mais ou menos aconteceu com a minha vida nos últimos tempos e comentei que explicaria assim que possível. Então, acho que chegou a essa hora. hihihi

No final do ano passado, fiz processos seletivos e passei!  Para ser mais claro, tentei um único em SP e passei. Dessa forma, dezembro foi um mês no qual absorvi o que isso impactaria minha vida. Além disso, foi um mês no qual tinha que terminar minha monografia, fora o Natal + Ano novo, né?

IMG_1684Janeiro foi um mês mega corrido, quando tive: minha apresentação na monografia, minha colação e minha primeira mudança: morar para SP-Capital. Eu nunca morei sozinha e para mim, não é como intercâmbio, com data certa de volta. Eu tenho um tempo mínimo aqui, mas o máximo não há, nesse momento. Para completar, soube também que durante esses primeiros meses, eu me mudaria pro interior de São Paulo para ficar diretamente em  uma das fábricas da empresa.

Então, imaginem, se RIO-SP já é chocante (sim! há muitas diferenças entre as cidades, boas e ruins). Agora é RIO-SP-INTERIOR. Muitas mudanças! A cidade onde estou tem simplesmente 120 mil habitantes (isso é menor que meu bairro no rio!), já dá para ter uma noção das diferenças das cidades.  O lado bom de toda cidade pequena é a calma e outra vantagem daqui é que, como não tenho carro, tenho que fazer tudo a pé. Do meu trabalho ao meu hotel são 2,6km ida e mais 2,6km volta. Ou seja, 5,2km apenas de trajeto.

A parte ruim de toda essa mudança é que, junto com ela, veio a minha irregularidade na alimentação e também no exercício. Abandonei quase por completo o programa, não vou a academia vai fazer 1 mês (tempo exato da mudança) e claro, ganhei uns kilos. Não vou dizer que perdi todos os hábitos saudáveis, até seria exagero da minha parte, mas alguns hábitos ruins voltaram. No entanto, antes que vocês me achem louca de abandonar tudo isso. Só foi um momento e isso será mudado.

Estou há uma semana nessa cidade nova e já fui ver academia. Começo amanhã, segunda. Além disso, estou comendo melhor. Pouco a pouco minha vida está se ajustando. Estou tentando (e conseguindo!) não me cobrar tanto nesse ponto do emagrecimento, pois se uma coisa aprendi com 2013 é que stress não leva a nada (apesar de ficar muito stressada as vezes por bobeira).

Há muitas outras coisas que quero compartilhar, mas acho que o post ficaria mais longo ainda! Não abandonei vocês e o que vai acontecer nesse tempo que estiver no interior é que vou levar uma vida mais equilibrada e muito parecida como levava no programa do Vigilantes. Não vou falar que vou seguir o programa totalmente, pois nem com o material dele estou aqui. Porém, será bastante similar e pouco a pouco, perderei os kilos que ganhei desde dezembro!

E vocês por onde andam? Como estão?

Beijos